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Dudu
Mamãe e Papai
Na Barriga
![]() A gravidez do Dudu foi o período mais feliz e pleno de toda a minha vida. A felicidade em estar grávida era tanta que todos os desconfortos foram recebidos com alegria. Fiquei grávida por 40 semanas e 3 dias, engordei 17 kg e aprendi bastante sobre gravidez e parto. Tivemos uma doula que nos ajudou muito antes, no dia do parto e depois dele, a querida Clarissa Kahn. O Parto
Senti as primeiras contrações às 10h 30 do dia 16/9 no trabalho, onde fiquei até às 17h. Minha intenção era ficar o maior tempo possível em casa evitando assim intervenções desnecessárias e assegurando a chance de ter um parto normal. Desde que engravidei meu sonho era trazer o Dudu ao mundo da forma mais natural possível. Assim, naquele dia senti a dor mais maravilhosa que existe e num turbilhão de emoções o Dudu nasceu após 6 horas de trabalho de parto ativo. Como foi fantástico sentí-lo sair de mim! Depois desse dia tive certeza que eu era capaz de tudo na vida e me sentia uma vencedora de maratona. Obrigada, Dudu, por ajudar a mamãe nesta hora tão crítica. Desenvolvimento
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Acompanhe o Crescimento do Dudu
Voltamos!
Olá amigas! Contarei a vcs minha edição de Férias Frustradas I. Rs. Vcs lembram que embarcamos para Morro de SP no dia 2/5, certo? Era para ficarmos até o dia 18/5, mas em 11/5 estávamos em casa e eu numa felicidade sem tamanho por voltar praticamente ilesa. Conselho de mãe de primeira viagem: lugar de bebê é em casa! Férias na praia só dá canseira nos pais e doença nos bebês. Vcs podem achar que estou exagerando, mas senti na pele isso que estou afirmando aqui. Vamos à história. No aeroporto: excesso de bagagem. Fora as 1.386 roupas do Dudu, ainda os brinquedos, a banheira inflável, mais de 100 fraldas descartáveis e 54 potinhos de papinhas. Até aqui, tudo festa! Como chegamos em Salvador de tarde, tivemos que ficar num hotel pois a lancha para Morro já tinha saído. O hotel a gente conheceu em 2004 e era razoável, mas virou um "muquifo". Pensem se tivemos energia para procurar outro? Nada, como era só uma noite, ficamos no "Muquifum da Armação". Muita expectativa pelas férias tão sonhadas virou pesadelo às 3h da madrugada. Cometi meu pior erro, coloquei o Dudu na cama comigo em vez de deixá-lo no berço. O menino, que vinha dormindo direitinho não dormiu nada. Eu me estressei muito, chorei e desejei com todas as minhas forças uma passagem de volta para Brasília. Respirei fundo e resolvi dar uma chance às minhas férias que mal tinham começado. Nossa, amigas, eu estava muito cansada pela manhã, brigando com meu marido e sem paciência com o Dudu. O 1º dia de férias já foi assim: dureza! Após o almoço pegamos uma lancha para Morro e até que foi bom pois o Dudu dormiu todo trajeto o que me deixou mais tranquila. Ao chegarmos, azedei pois vi que tinha que caminhar 15 minutos até chegar na pousada, ninguém merece! Depois de não ter dormido nada à noite, esperar 2h para entrar na lancha, viajar por 1h40 e ainda andar 15 minutos num sol de 15h da tarde! Sou muito dramática, né? Me animei um pouco ao ver o mar, mas sinceramente tudo que eu desejava era dormir na minha cama, na minha cidade sem mar. Rs. A parte boa foi o visual pois a ilha é lindíssima, a água é quentinha e o clima estava ótimo, tudo maravilhoso para uma lua-de-mel. Algo fantástico que encontramos foi a solidariedade de duas pessoas maravilhosas que estavam de férias também, mas sempre que podiam cuidavam do Dudu prá gente pelo menos comer em paz, as irmãs "vovós" Maria e Helena. Acho que se não fosse por elas teríamos desistido a mais tempo. Como é possível, pessoas que nem conhecemos direito nos tratarem com tanto carinho e se importarem tanto com a gente? As vovós brincavam muito com o Dudu e ele as adorou assim como eu e meu marido. São duas gracinhas que fiquei feliz em conhecer. Os dias se arrastavam e a canseira se acumulava nos nossos ombros. O Dudu acordava às 5h da manhã todo dia ( mas ainda bem que dormia a noite toda), só que eu pensava: poxa, tô de férias, queria dormir só mais um pouquinho. Mas não dava pois o menino queria agitação e ai de quem o contraria. Rs. O Dudu está numa idade que não anda só e quer ficar caminhando segurado pelas mãozinhas, isso o tempo todo, contudo, eu não tenho condições (fico muito cansada) e aí tenho que inventar outras coisas pra ele fazer. O Dudu é muito ativo e não se contenta com qualquer coisa como ficar sentado brincando sozinho com os brinquedos. Ele quer ver gente, ah, ele praticamente se jogava no colo de todo mundo e pela primeira vez eu adorei essa característica dele. Vejam só, a mãe ciumenta quase entregando seu filho pra "qualquer" pessoa. Rs. Nessas férias eu não conseguia comer direito pois tinha o revezamento com o meu marido, enquanto um comia, o outro entretinha o Dudu. Outra dificuldade: a comida do bebê. No café da manhã eu já estava preocupada com o almoço dele, pois lá eu não tinha tudo à mão como em casa e as papinhas da Nestlé que levei, o Dudu só comeu por 3 dias e depois nem com reza brava. Do jeito que levei, as trouxe de volta e estão entulhadas lá em casa. Pelo menos o Dudu já comia de tudo e eu pedia às cozinheiras para fazerem o básico arroz, feijão, carne e legumes. Os horários dele eram imperativos: mesmo que não tivéssemos com fome, tínhamos que comer pois logo seria a hora da soneca e nem pensar em ir à vila (15 minutos de caminhada) pois o chororô não compensava, ou comia-mos ou ficávamos com fome até o fim da soneca. Era assim de dia e de noite e não descansamos nada, ficamos é muito cansados. Já ouvi gente dizer que é tudo muito lindo viajar com bebê para praia, mas não é! É o inferno! Rs. Hoje, só acho que valeria a pena se fosse para casa de parentes e levando a babá. Na minha ignorância básica de mãe de primeira viagem achei que daria conta do Dudu só com a ajuda do meu marido, sem a babá, mas me enganei redondamente! A gota d´agua foi quando descobri, depois de 5 dias, que o colchão e o estrado do berço estavam completamente mofados! Tive tanta dó do meu bebezinho! Todos esses dias dormindo no mofo e eu nem notei! Por isso ele adoeceu, espirrava e tossia cada dia mais. Que ódio! Fiquei com vontade de arrumar as malas e sair que nem doida de volta prá casa, só que era 8h da noite e o jeito era esperar. Só conseguimos trocar a passagem e reservar um vôo no bimotor depois de uns dias. Eu contava os segundo para voltar pra minha casa, que tortura continuar alí! Cheguei muito estressada e por isso nem atualizei o blog, só hoje, que voltei ao trabalho, consegui escrever sobre as férias. Minhas conclusões foram: o prazer de ver o mar não supera o cansaço e o estresse, portanto é melhor ficar em casa. Só viajo quando o Dudu estiver maiorzinho, com um batalhão de gente prá ajudar e para uma casa alugada. Hotel e pousada não prestam para bebês, só Resorts que oferecem serviços de babás, mas são caríssimos. Esta semana meu marido perguntou prá onde iríamos nas próximas férias e eu quase surtei! Rs. Tô fora! Férias de verdade é na minha casa, com a babá e toda a estrutura bem perto. Este é o resumo de minhas férias que não quero repetir nunca mais. Rs. Ah, o Dudu está dormindo direitinho graças ao Nana, nenê. Eu o coloco no berço 8h da noite, querendo ou não, e em poucos minutos, após uma choramingada, ele dorme até o outro dia às 5h da manhã quando o amamento, voltando a dormir até as 7h. Às vezes ele choraminga de madrugada, mas fico esperando e ele volta a dormir. Sucesso! Ser mãe é rapadura, é doce mas não é mole não! Beijos a todas. Vista da ilha através do bimotor:
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